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Mateus 20:15 – Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?

Jesus pretendeu ensinar Seus discípulos sobre a justa providência divina: ela não é igual à justiça humana. Para tanto, contou a parábola do proprietário de uma vinha, que contratou trabalhadores em diferentes horas e, a todos, pagou o mesmo salário. Diante do questionamento dos trabalhadores, declarou: “Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com o meu próprio dinheiro? Ou você está com inveja somente porque fui bom para ele?” (Mateus 20:15).

Quanto mais nos esforçamos para entender a lógica do raciocínio divino, mais nos damos conta de quão limitados somos nós. Na parábola do proprietário da vinha, Jesus apresentou duas hipóteses. Na primeira, Ele nos pergunta: será que o Senhor, mesmo sendo Criador de tudo, não temo direito de administrar o mundo de acordo com a Sua própria justiça? Para que nosso raciocínio continue sendo bíblico, temos que concordar com a suprema soberania de Deus.

O que sobra, então, é a segunda pergunta do Senhor: será que nosso problema é a inveja? Será que, no fundo, o Deus que nós queremos é aquele que nos coloca como os únicos merecedores das Suas bênçãos? A hipótese da inveja continua sendo nosso problema. Enquanto tivermos inveja dos bens dos outros prejudicaremos nossa visão da justiça de Deus. E do Seu amor por nós. É quando entregarmos nossa inveja ao Senhor que conseguiremos perceber Suas bênçãos em nossa vida.Pr. Olavo Feijó – AMOR EM CRISTO